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2 comentários em “PA1007 – Crononutrição: Como adequar a dieta de acordo com o ritmo circadiano

  1. A suplementação que foi sugerida pode usar sempre ?
    Pacientes que dizem parecer não dormir, acorda muito a noite e perde o sono, devemos focar em quais nutrientes para suplementar?

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      Olá, Adriele

      O uso da suplementação não é contínuo. Geralmente utiliza-se por 3 meses e após avalia-se a necessidade de suplementação por mais tempo.

       

      Deve-se investigar as causas que levam o paciente a perder o sono.

       

      Dos nutrientes detacam-se o complexo B (principalmente B6 e B2), magnésio, cálcio, vitamina D (avaliar deficiência), potássio (verificar consumo de frutas e verduras).

       

      Evidências clínicas apóiam os efeitos promotores do sono de cerejas ácidas e kiwis. O consumo de 2 kiwis 1 h antes de dormir parece melhorar o sono de indivíduos com distúrbios do sono.

       

      Veja mais informações no artigo acessando o link abaixo:

      https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5015038/

       

      Abraços!


      • Muito obrigada.

        Outra dúvida como orientar a alimentação de pacientes que trabalham a noite com turno como médicos e enfermeiros, pode comer alguma coisa na madrugada ou não ? Quem trabalha em mineradoras pode comer na madrugada ou não ? Porque na aula fala de comer no máximo até as 20:00 mas e nesses casos ?

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          Olá, Adriele

          Nestes caso, a sugestão é orientar os trabalhadores a obter refeições mais nutritivas e menos calóricas.

          Os estudos mostram que as refeições mais nutritivas diminuem e aumenta o consumo de lanches e alimentos mais calóricos quando o trabalho é no turno noturno.

           

          Evidências crescentes mostraram uma associação entre o tempo de refeição e doenças metabólicas em humanos, sugerindo que a ingestão de alimentos calóricos à noite têm um impacto negativo no peso corporal, resistência à insulina, hiperglicemia, hipertensão, doenças hepáticas gordurosas não alcoólicas e síndrome metabólica.

          Alguns estudos mostram que há maior resistência noturna à insulina, o esvaziamento gástrico noturno é mais lento, com maior absorção de carboidratos.

           

          Veja mais informações:

          https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5865548/

           

          Desta forma, orientar os trabalhadores noturnos se faz necessário para que os mesmo comam proções menores à noite, pode-se orientar eles para levar chás digestivos e carboidratos complexos.

           

          Para evitar o ganho de peso, problemas digestivos, insônia e aumento do risco de doenças, deve-se minimizar os alimentos processados e gordurosos, e enfatizar as opções de lanches saudáveis, além disso sugere-se limitar a cafeína.

           

          Outra orientação é fazer uma refeição maior (como jantar completo) antes de ir trabalhar.

          A recomendação é fazer a refeição por volta das 18h, se possível. Dessa forma, o trabalhador pode ter uma refeição nutritiva com sua família, em vez de pratos fritos ou gordurosos na cafeteria, e evitará problemas digestivos como azia e constipação que podem ocorrer quando é feita uma refeição rica em gordura saturada e alimentos processados tarde da noite.

           

          Caso a refeição tenha que ser feia no trabalho, a sugestão é optar por proteína magra e/ou fontes vegetais proteicas como frango, atum ou feijão e grãos integrais cheios de fibras e vegetais para ofertar energia necessária aos trabalhadores.

           

          Além disso, oriente o trabalhador a levar lanches saudáveis, frutas, sanduíches integrais, dentre outras opções.

           

          Abraços!


  2. olá pessoal!
    em relação ao uso da fórmula para modulação da serotonina (no caso 5htp, l teanina, mg, b3 e b6), caso haja impossibilidade de consumi-la no período da tarde, para evirar a queda da serotonina, e a mesma for consumida a noite, poderia haver prejuízo na produção da melatonina (já que estaria estimulando a produção de serotonina em possível detrimento da produção d e melatonina)???

    grata

  3. MINHAS DÚVIDAS?

    1. NA CEIA, QUANDO O PACIENTE NÃO TEM FOME FÍSICA, MAS TEM O HÁBITO MUITO FORTE DE COMER ALGO ANTES DE DORMIR, E APENAS O CHÁ NÃO O SATISFAZ, QUAL SERIA A MELHOR COMBINAÇÃO DE ALIMENTOS PARA QUE CONSIGA DORMIR BEM?

    2. PODERIA DISPONIBILIZAR UMA FORMULAÇÃO PARA MELHORAR A SÍNTESE DE SEROTONINA E MELATONINA?

    3. QUAIS NUTRIENTES PODEM AUXILIAR NA REGULAÇÃO DA DOPAMINA? PODERIA DISPONIBILIZAR UMA FORMULAÇÃO?

    4.ATÉ QUAL NÍVEL SÉRICO DE VITAMINA D É SEGURO?
    HÁ ALGUMA CONTRAINDICAÇÃO NA PRESCRIÇÃO DE VIT D? PODE TER CORRELAÇÃO COM ATEROSCLEROSE??

    5. PARA OBTER OS RESULTADOS DO JEJUM INTERMITENTE, NO MINIMO QUANTAS HORAS SÃO NECESSÁRIAS?

    6. QUAL PORCENTAGEM DE CALORIAS DO DIA DEVE TRE O CAFÉ DA MANHA?

    OBRIGADA!!!

    • 1. NA CEIA, QUANDO O PACIENTE NÃO TEM FOME FÍSICA, MAS TEM O HÁBITO MUITO FORTE DE COMER ALGO ANTES DE DORMIR, E APENAS O CHÁ NÃO O SATISFAZ, QUAL SERIA A MELHOR COMBINAÇÃO DE ALIMENTOS PARA QUE CONSIGA DORMIR BEM?
      Olá tudo bem? No período da noite alguns alimentos podem ser incluídos como é o caso do Kiwi, Abacaxi, Banana com Aveia ou alguma outra fruta de Baixo Índice Glicêmico.

      2. PODERIA DISPONIBILIZAR UMA FORMULAÇÃO PARA MELHORAR A SÍNTESE DE SEROTONINA E MELATONINA?
      Sugestão de formulação:
      Piridoxina, Vitamina B6 – 20mg
      Niacina, Vitamina B3 – 10mg

      Aviar X doses em tablete sublingual qsp.

      Posologia:
      Sorver 1 dose de duas a quatro vezes ao dia.

      Associar com:
      Fórmula Fitoterápica:
      Griffonia simplicifolia, extrato seco padronizado a no mínimo 90% de 5-hidroxitriptofano -50mg

      Aviar X doses em tablete sublingual qsp.

      Posologia:
      Sorver 1 dose de duas a quatro vezes ao dia.

      3. QUAIS NUTRIENTES PODEM AUXILIAR NA REGULAÇÃO DA DOPAMINA? PODERIA DISPONIBILIZAR UMA FORMULAÇÃO?
      DL-Fenilalanina: precursor da síntese dos neurotransmissores noradrenalina e dopamina, que atravessam facilmente a barreira hematoencefálica e podem ser convertidos no aminoácido L-tirosina. Elevados níveis de noradrenalina e dopamina no cérebro são associados com efeitos antidepressivos (MASSINI, 2014; PATRO et al., 2016).

      L-Tirosina: é um precursor de neurotransmissores essenciais como a dopamina, epinefrina e norepinefrina que no sistema nervoso central são neuromoduladores importantes envolvidos em múltiplas funções, como atenção, memória, aprendizado, motivação e emoções (NG et al., 2015).

      Selênio: possui efeitos moduladores sobre a dopamina, que desempenha um papel na patofisiologia da depressão (MALHI et al., 2007).

      Sugestão de Formulação:
      DL-Fenilalanina – 500mg
      L-tirosina – 250mg
      Selênio quelado – 5 µg
      Aviar 30 doses em cápsulas
      Posologia: Consumir uma dose ao dia.

      MALHI, G.S.; BERK, M. Does dopamine dysfunction drive depression? Acta Psychiatr Scand Suppl. v. 433, p. 116-124, 2007.

      MASSINI, G. DL-Fenilalanina. Viafarma. n. 1, p. 1-5, 2014.

      NG, J.; PAPANDREOU, A.; HEALES, S.J.; KURIAN, M.A. Monoamine neurotransmitter disordersclinical advances and future perspectives. Nat Rev Neurol. v. 11, n. 10, p. 567 – 584, 2015.

      PATRO, G.; KUMAR BHATTAMISRA, S.; KUMAR MOHANTY, B. Effects of Mimosa pudica L. leaves extract on anxiety, depression and memory. Avicenna J Phytomed. V. 6, n. 6, p. 696-710, 2016.

      Att,
      Michely
      CRN10.5679

      • olá! obrigada pelas respostas!!!

        Em relação a Griffonia simplicifolia, extrato seco padronizado a no mínimo 90% de 5-hidroxitriptofano -50mg, esta prescrição poderia ser substituida pelo 5HTP?
        Se sim, qual seria a dosagem (em capsulas) indicada para o mesmo fim?
        ainda sobre a formulação, qual a vantagem de ser sublingual?
        na minha cidade a farmácia não manipula na forma sublingual, poderia ser em cápsulas?
        para capsulas, qual dose indicada das vitaminas B3 e B6?

        OBRIGADA

        • Olá,

          Em relação a Griffonia simplicifolia, extrato seco padronizado a no mínimo 90% de 5-hidroxitriptofano -50mg, esta prescrição poderia ser substituida pelo 5HTP?
          Sim.

          Se sim, qual seria a dosagem (em capsulas) indicada para o mesmo fim?
          Recomenda-se de 50 a 150mg. Pode-se dividir em duas tomadas: pela manhã, logo depois de acordar, e à noite, antes de dormir.

          ainda sobre a formulação, qual a vantagem de ser sublingual?

          A mucosa oral tem um epitélio fino e vasos sanguíneos abundantes, os quais promovem a rápida absorção do medicamento na corrente sanguínea do paciente. Os medicamentos ministrados pela mucosa oral podem aparecer no sangue do paciente dentro de 1 minuto e alcançam os níveis sanguíneos máximos em 10 a 15 minutos, sendo mais rápido que o medicamento ministrado pela via oral tradicional.
          Doses orais acima de 2000mcg não tem boa absorção, desta forma orienta-se a administração via sublingual.

          Outra possibilidade é fracionar a dose oral em várias tomadas.

          na minha cidade a farmácia não manipula na forma sublingual, poderia ser em cápsulas?
          Sim.
          para capsulas, qual dose indicada das vitaminas B3 e B6?
          Doses máximas recomendadas para adultos segundo Anvisa:
          B3 – 500mg
          B6 – 200mg

          As doses para crianças e adultos estão disponibilizadas no material extra do IAPP+.

          Segue exemplo:

          Vitaminas do complexo B
          Componentes da fórmula:
          Niacina, Vitamina B3 – 50mg
          Piridoxal-5-fosfato – 20mg

          Aviar X doses em cápsulas qsp.

          Posologia:
          Consumir uma dose ao dia, pela manhã.

          Att,
          Gabriela

      • – A FÓRMULA PARA REGULAÇÃO DA DOPAMINA (DL-Fenilalanina – 500mg; L-tirosina – 250mg; Selênio quelado – 5 µg) PODE SER UTILIZADA CONCOMITANTEMENTE COM A FÓRMULA SUGERIDA PARA REGULAÇÃO DE MELATONINA E SEROTONINA (B3, B6, 5HTP)?
        – QUAL O MELHOR HORÁRIO PARA CONSUMIR A FORMULA DE MODULAÇÃO DE DOPAMINA?
        GRATA

        • Olá,

          – A fórmula para regulação da dopamina (dl-fenilalanina – 500mg; l-tirosina – 250mg; selênio quelado – 5 µg) pode ser utilizada concomitantemente com a fórmula sugerida para regulação de melatonina e serotonina (b3, b6, 5htp)?
          Sim.

          – Qual o melhor horário para consumir a formula de modulação de dopamina?
          Pela manhã.

          Att,
          Gabriela

      • NA CEIA, BANANA COM AVEIA É MAIS INTERESSANTE DO QUE A BANANA SOZINHA POIS A AVEIA REDUZIRIA O ÍNDICE GLICÊMICO, CORRETO?

        GRATA

        • Olá,

          Sim. Pois, possui a beta glucana que auxilia na resposta glicêmica. A sugestão é utilizar a aveia em grãos com o farelo de aveia, pois os 2 acabam modulando a resposta glicêmica, numa vitamina, por exemplo. No exemplo das receitas, a aveia em conjunto com o ovo pode ser uma opção válida, mesmo que passe pela cocção.

          Att,
          Gabriela

    • AINDA SOBRE MINHAS DÚVIDAS,

      – ATÉ QUAL NÍVEL SÉRICO DE VITAMINA D É SEGURO?

      – HÁ ALGUMA CONTRAINDICAÇÃO NA PRESCRIÇÃO DE VIT D? PODE TER CORRELAÇÃO COM ATEROSCLEROSE??

      – PARA OBTER OS RESULTADOS DO JEJUM INTERMITENTE, NO MINIMO QUANTAS HORAS SÃO NECESSÁRIAS?

      – QUAL PORCENTAGEM DE CALORIAS DO DIA DEVE TRE O CAFÉ DA MANHA?

      MUITO OBRIGADA!!!

      • Olá,

        – até qual nível sérico de vitamina d é seguro?

        A dose máxima de prescrição pelo nutricionista segundo ANVISA (2018) é de 2000 UI por dia.

        – há alguma contraindicação na prescrição de vit d? pode ter correlação com aterosclerose??

        A vitamina D é segura se tomada nas doses recomendadas. A maioria das pessoas geralmente não experimenta efeitos colaterais com a vitamina D.
        Além disso, a vitamina D exerce efeitos protetores na aterosclerose através de múltiplos mecanismos.

        Estudos observacionais e ensaios clínicos sugerem que a vitamina D pode estar relacionada ao menor risco de Doenças Cardiovasculares.

        Alguns estudos exploraram as associações de baixa vitamina D com risco de doença cerebrovascular. No Mini-Finland Health Survey, que incluiu 6.219 indivíduos inicialmente saudáveis que foram acompanhados por mais de 27 anos, os participantes no quintil mais alto dos níveis de 25 (OH) D apresentaram menor risco de acidente vascular cerebral do que aqueles no quintil mais baixo.

        Níveis baixos de vitamina D também foram associados à insuficiência cardíaca. Os membros do sistema Intermountain Healthcare que tinham baixo 25 (OH) D (<15 ng / mL) apresentavam o dobro do risco de insuficiência cardíaca incidente em comparação àqueles com níveis> 30 ng / mL.

        A fisiologia do cálcio e da vitamina D está intrinsecamente interligada.

        O calcitriol, a forma ativa de hormônio da vitamina D (1,25 (OH) 2 D), aumenta a absorção intestinal de cálcio. Baixas concentrações de 1,25 (OH) 2D estão associados à absorção deficiente de cálcio, a um balanço negativo de cálcio e a um aumento compensatório do PTH.

        A PTH elevada estimula a atividade dos osteoclastos, resultando no aumento da liberação de cálcio dos ossos e maiores níveis séricos de cálcio.

        Níveis séricos de cálcio são altamente regulados no organismo, assim a massa óssea será perdida para manter os níveis séricos de cálcio. Dadas as complexas inter-relações entre cálcio e vitamina D, esses nutrientes são frequentemente prescritos em combinação para a promoção da saúde do esqueleto, particularmente entre mulheres na pós-menopausa que apresentam alto risco de osteoporose e fratura.

        Alguns estudos sugerem possíveis danos cardiovasculares associados à suplementação de cálcio, embora os resultados sejam inconclusivos.

        Um ensaio clínico de suplementos de cálcio (sem vitamina D) versus placebo conduzido na Nova Zelândia em 2008 sugeriu um risco aumentado de infarto do miocárdio associado a suplementos de cálcio que não foi estatisticamente significativo quando eventos adicionais adjudicados foram incluídos.
        Veja o estudo:
        https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18198394/

        Isto foi seguido por uma metanálise de 2010 do mesmo grupo, incluindo 15 ensaios clínicos (5 com dados de nível de paciente) que novamente encontraram um risco aumentado de IM para aqueles designados para terapia de cálcio (sem vitamina D), mas sem risco estatisticamente aumentado de mortalidade ou desfecho composto de DCV:
        https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20671013/

        Isto contrasta com outra meta-análise de 2010 de ensaios clínicos que não encontraram aumento estatisticamente significativo do risco de DCV para a suplementação de cálcio isolada ou em combinação com a vitamina D:
        https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20194238/

        Contrapondo-se a estudos de ingestão dietética de cálcio e risco de DCV, a maioria dos estudos, embora não todos, dos níveis séricos de cálcio mostraram uma relação positiva com o risco de DCV.

        Acredita-se que esses níveis séricos de cálcio mais elevados promovam DCV e aterogênese por meio de calcificações vasculares e aumento da coagulabilidade:
        https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21409434/
        https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22626897/

        No entanto, os dados atuais são insuficientes para confirmar ou refutar essa preocupação.

        Tem sido sugerido que o dano potencial dos suplementos de cálcio é que bolus grandes podem aumentar transitoriamente os níveis séricos de cálcio, mesmo acima da faixa normal, por várias horas após a ingestão. Isso pode potencialmente causar efeitos vasculares semelhantes nesses pacientes normocalcêmicos, como descrito em pacientes com níveis séricos de cálcio mais elevados.

        No entanto, os dados atuais são insuficientes para confirmar ou refutar essa preocupação. Mais estudos são claramente necessários para esclarecer esse risco potencial.

        Fontes alimentares, que não têm sido associadas ao aumento do risco de DCV, podem ser a melhor fonte de cálcio, talvez porque o cálcio ingerido a partir de fontes alimentares seja absorvido mais lentamente em quantidades menores ao longo do dia, não alterando substancialmente os níveis séricos de cálcio.

        Veja mais informações no artigo acessando o link abaixo:
        https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3531793/

        – para obter os resultados do jejum intermitente, no minimo quantas horas são necessárias?

        Não há padronização de 1 protocolo, mas a sugestão é de no mínimo 16 horas de jejum:

        Protocolo – 16:8:
        • Jejum de 16 horas – Janela alimentar de 8 horas;
        • Mais comum – aproveitar jejum noturno;
        • Muitos estudos – Ramadã;
        • Na prática é o mais utilizado.

        Veja os outros protocolos:

        Protocolo: 16:4:4:

        • Jejum de 16 Horas – 4 horas com refeições proteicas e 4 horas à Vontade.

        Protocolo mais utilizado na literatura:

        Dias alternados de 20 a 24 horas de jejum ou restrição calórica severa – até 25% do VET, alternados com 24 a 28 horas de período de alimentação com consumo irrestrito (ad libitum).

        Protocolo – Dias alternados – 50%:

        Restrição calórica leve (20 a 30% da NET) alternada com restrição severa (50% da NET).

        Protocolo – 5:2:
        • 5 dias de consumo alimentar irrestrito ou conforme NET ou 15% de restrição calóricas;
        • 2 dias de restrição severa (até 25% da NET);
        • Café da manhã e jantar – jejuando em média 12 horas;
        • Pode ser seguida (segunda e terça);
        • Ou preferencialmente espaçada (terça e sexta).

        Protocolo – 6:1
        • 6 dias com restrição calórica de 30% do VET;
        • 1 dia com restrição severa (10% a 25% do NET).

        – qual porcentagem de calorias do dia deve tre o café da manha?

        De 20 a 30% do total calórico dependendo do número de refeições diárias realizadas.

        Att,
        Gabriela

  4. Extasiada com a Palestra!
    P A R A B É N S!!!

    • Olá,
      Ficamos muito felizes com esse retorno. Tudo foi elaborado com muito amor, pois amamos o que fazemos. Esperamos que esses outros cursos adquiridos possam contribuir ainda mais para sua prática clínica.
      Obrigada pela confiança em nosso trabalho e nos colocamos sempre à disposição.

      Att,
      Ana Paula Pujol

  5. Boa tarde!
    Gostaria de saber se os artigos citados e referênciados nessa aula poderiam ser disponibilizados.
    Gostaria de saber também sobre os possíveis malefícios do café descafeinado.
    Pessoas que já estão com o seu ciclo atrasado, correto a alimentação deve acompanhar, de qualquer forma, o que seria o ciclo cicardiano “correto”, ou pode ser ajustado conforme a rotina real do paciente (pensando que, talvez, já tenha uma mudança nos horários de picos de hormônios desse paciente). A pergunta correta seria: “forço o ajuste” de ciclo com a nutrição ou não?

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