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0 comentários em “CO2010 – Coadjuvantes no Tratamento

  1. Adorei as aulas….
    Parabéns….
    Assim que pagar essa irei comprar mais
    Obrigada
    Elenice

  2. boa tarde
    sobre a colina, existe um método para saber se o paciente está com deficiência do mesmo???
    Sobre os coadjuvantes….de forma eu posso usar, pois são muitos….
    Obrigada
    Elenice

    • Olá Elenice,

      Deficiências como colina e metionina foram implicadas na patogênese da lesão hepática. A esteatose hepática é um dos sinais clássicos da deficiência de colina em estudos com animais.
      Estudos atuias demonstram que a colina é essencial para a função hepática normal. Pesquisadores mostraram que deficiência de fatores lipotróficos (colina e metionina) podem produzir um fígado gorduroso, sendo que o etanol aumenta as necessidades de colina, em animais, possivelmente pelo aumento da oxidação da mesmo.

      Desta forma, podemos observar que:

      – Pessoas que possuem fígado gorduroso podem ter deficiência de colina;
      – A colina é intetizada a partir da metionina. Falta de metionina – deficiência de colina;
      – Disbiose – causa deficiência da colina e aumenta a trimetilamina; Disbiose – descarboxilação da colina.
      – Pessoas que consomem bebidas alcoolicas podem ter deficiência de colina.

      Dentre os nutrientes suplementados, a colina foi aquele responsável pelas mais altas concentrações de vitamina E e glutationa encontradas no fígado, o que já foi observado em outros estudos que demonstram uma correlação entre deficiência de colina e baixos níveis hepáticos de vitamina E e glutationa reduzida. Estes trabalhos denotam uma forte evidência que o aumento da peroxidação lipídica ocorre quando as concentrações de vitamina E e glutationa estão diminuídas.
      Na apostila, página 7, há uma tabela com os alimentos fonte de colina. Confira lá.

      Segue sugestão de formulação:

      Probioticoterapia

      +

      Formulação Hepatoprotetora
      Componente da fórmula:
      Indol-3-Carbinol – 100mg

      Aviar X doses em cápsulas qsp.

      Posologia:
      Consumir 1 dose, 1 a 2 vezes ao dia, após as refeições.

      Associar com:
      Carduus marianus, Cardo Mariano, extrato padronizado a 80% de silimarina – 500mg
      Curcuma longa, extrato seco padronizado a no mínimo de 95 % de curcuminoides – 200mg
      Zingiber officinalis, Gengibre, extrato seco padronizado a 5% de gingerols, raiz – 200mg

      Aviar X doses em cápsulas qsp.

      Posologia:
      Consumir 1 dose, 1 a 2 vezes ao dia, após as refeições.

      Att,
      Gabriela

  3. Olá!
    Não entendi a sugestão é que use lactobacillus jonhsonii porém nos exemplos de combinações ele não se encontra

    • Olá Lusiana,

      Lactobacillus Johnsonii

      Aplicações
      ü Disturbios gastro-intestinais;
      ü Aumenta imunidade do organismo;
      ü Previne e combate à Helicobater pylori, E. coli e Salmonella;
      ü Tratamento do melasma;
      ü Aumento da proteção aos danos da radiação na pele.

      Exemplo de formulação:

      Componentes da fórmula

      Lactobacillus acidophilus – 1 bilhão
      Lactobacillus casei – 1 bilhão
      Lactobacillus salivaris – 1 bilhão
      Lactobacillus johnsonii- 1 bilhão

      Aviar 30 doses em cápsulas* transparentes qsp para 30 dias.
      *Isentas de açúcar, corantes, edulcorantes artificiais e lactose.

      Posologia: Consumir 1 dose antes de dormir, durante 30 dias.

      Att,
      Gabriela

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