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0 comentários em “CO2006 – Alimentação complementar

  1. Olá, um bebê com 7 meses fazendo uso de fórmula , porém com muita recusa.
    A mãe relata muita constipação, qual seria a melhor fórmula ?
    E qual a recomendação de Ômega 3 para bebês a partir de 6 meses?
    Desde já agradeço.

    • Olá Debora,

      Fórmulas de Segmento:
      Indicadas para alimentação a partir do 6º mês e para crianças na primeira infância.

      A sugestão é testar a fórmula que melhor a criança se adapta.
      Algumas sugestões são:
      Aptamil Fase 2
      Nan Fase 2
      Ninho Fase 2

      A Organização Mundial da Saúde recomenda que as crianças de 6 a 24 meses tomem 10 a 12 miligramas de DHA (forma preferida de ômega-3 para essa idade) por quilograma de peso corporal. As crianças mais velhas, com idades entre 2 e 4 anos, precisam de 100 a 150 miligramas de DHA e EPA combinados por dia, crianças de 4 a 6 anos precisam de 150 a 200 miligramas, crianças de 6 a 10 anos precisam de 200 a 250 miligramas e crianças de 10 a 18 anos requerem 250 a 2.000 miligramas. Duas porções semanais de peixe de água fria é indicado para atender a essas recomendações.

      Veja mais informações acessando o link abaixo:
      https://www.fatsoflife.com/health-benefits/prenatal/

      Att,
      Gabriela

  2. Então a partir do sexto mês pode-se dar todos os tipos de frutas, até melancia se a criança aceitar, ou tem algumas específicas?
    Criança que foi amamentada até 2 anos e não aceita fórmulas, no período da manhã pode-se dar um suco de frutas no desjejum e um omelete de legumes ralados ou picados com farelo de aveia?

    • Olá Inês,
      Sim. Entretanto, tem que se atentar para que as sementes sejam retiradas.

      Criança que foi amamentada até 2 anos e não aceita fórmulas, no período da manhã pode-se dar um suco de frutas no desjejum e um omelete de legumes ralados ou picados com farelo de aveia?
      Sim, mas deve atentar-se ao cosnumo de cálcio da criança.
      Outra sugestão é fazer uma vitamina de frutas com iogurte natural.

      Att,
      Gabriela

  3. A Sra poderia explicar-me a minha outra dúvida, Quantas ml de água deve oferecer para o bebe como complementação?
    Obrigada pela atenção e explicações esclarecedoras e embasadas!

    • Olá Jessica,
      Sim.
      De acordo com a DRI, dos 0 a 6 meses a quantidade de água recomendada deve ser de 700mL e dos 7 a 12 meses de 800 mL (incluindo leite materno, fórmula e alimentação complementar).
      A água pode ser oferecida após as refeições.

      Att,
      Gabriela

  4. Ola profa,

    No guia alimentar para crianças menores de dois anos diz p seguinte: “A orientação básica é iniciar (para crianças não amamentadas) logo a alimentação (não esperar que a criança entre no sexto mês) e ir substituindo a refeição láctea pura pela alimentação, de modo gradativo” o que é contraditório com o que a sra explicou de só iniciar a alimentação a partir dos 6 meses. Poderia explicar-me melhor?
    Outra dúvida é: Quantas ml de água deve oferecer para o bebe como complementação?

    Obrigada!

    • Olá Jessica,

      Seguimos a orientação que está no Manual da Sociedade Brasileira de Pediatria (2012) é:
      Diante da impossibilidade do aleitamento materno, deve-se utilizar uma fórmula infantil que satisfaça as necessidades do lactente, conforme recomendado por sociedades científicas nacionais e internacionais (SBP, ESPGHAN e AAP). Todas as fórmulas (infantis para lactentes e de seguimento para lactentes) disponíveis no Brasil são consideradas seguras, pois seguem as resoluções da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA; RDC nº 43 e 44/2011), a resolução mais recente foi em 19 de setembro de 2011.
      Antes do sexto mês, deverá ser utilizada uma fórmula infantil para lactentes (primeiro semestre pode ser vista no endereço http://portal.anvisa.gov.br); a partir do sexto mês, recomenda-se uma fórmula infantil de seguimento para lactentes (segundo semestre).
      Para as crianças que usam fórmulas infantis, a introdução de alimentos não lácteos deverá seguir o mesmo padrão preconizado para aquelas que estão em aleitamento materno exclusivo (a partir dos 6 meses).

      A partir dos 6 meses, atendendo ao desenvolvimento neuropsicomotor do lactente, é possível iniciar a introdução de outros alimentos.
      Nesta idade, a maioria das crianças atinge estágio de desenvolvimento com maturidade fisiológica e neurológica e atenuação do refl exo de protrusão da língua, o que facilita a ingestão de alimentos semissólidos. As enzimas digestivas são produzidas em quantidades suficientes, razão que habilita as crianças a receber outros alimentos
      além do leite materno.

      O sistema digestório e renal da criança pequena são imaturos, o que limita a sua habilidade em manejar alguns componentes de alimentos diferentes do leite humano.
      Devido à alta permeabilidade do tubo digestivo, a criança pequena corre o risco de apresentar reações de hipersensibilidade a proteínas estranhas à espécie humana.
      O rim imaturo, por sua vez, não tem a necessária capacidade de concentrar a urina para eliminar altas concentrações de solutos provenientes de alguns alimentos. Aos quatro/seis meses a criança encontra-se num estágio de maturidade fisiológica que a torna capaz de lidar com alimentos diferentes do leite materno.
      Não há evidências de que exista alguma vantagem na introdução precoce (antes dos seis meses) de outros alimentos que não o leite humano na dieta da criança. Por outro lado, os relatos de que essa prática possa ser prejudicial são abundantes.

      O leite de vaca integral, por várias razões, entre as quais o fato de ser pobre em ferro e zinco, não deverá ser introduzido antes dos 12 meses de vida. É um dos grandes responsáveis pela alta incidência de anemia ferropriva em menores de 2 anos no Brasil.
      Para cada mês de uso do leite de vaca a partir do quarto mês de vida, ocorre queda de 0,2 g/dL nos níveis de hemoglobina da criança.

      Isso não impede que a criança comece a experimentar os alimentos no final do 5° mês.

      Att,
      Gabriela

  5. Não explicou motivo de não introduzir o mel antes 1 ano

    • Olá Izabela,

      Pela presença de colônias de Clostridium botulinum em algumas amostras de mel.

      As bactérias do gênero Clostridium, provocam distúrbios digestivos e neurológicos no paciente. O quadro característico é paralisia de nervos cranianos que pode evoluir para insuficiência respiratória e morte. A toxina botulínica é a mais potente das secreções bacterianas e, portanto, mesmo quantidades pequenas podem causar manifestações clínicas.

      As condições no intestino normal de um ser humano não são favoráveis à germinação dos esporos e ao crescimento desta bactéria, sendo frequentemente ingeridos e excretados pelos adultos. Mas nos bebês, a microflora normal do intestino ainda não está totalmente desenvolvida e não oferece resistência suficiente ao crescimento desta bactéria.

      Att,
      Gabriela

  6. Oie, fiquei com uma dúvida, o cacau pode ou não? minha bebe irá completar 6 meses. Já posso ofertar, ou tem uma certa idade ideal?

    • Olá Patricia,

      Não há contraindicações para o cacau, entretanto não há necessidade de introduzi-los aos 6 meses. A sugestão é ofertar após 2 anos de idade.
      Na introdução alimentar o bebê estará experimentando vários sabores novos, por isso a sugestão é introduzir alimentos naturais íntegros como frutas, (banana, maçã, mamão, kiwi) ou então legumes como batata, cenoura, entre outros.

      Att,
      Gabriela

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