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0 comentários em “CO1027 – Conhecendo o tecido adiposo

  1. Bom dia,
    Nessa aula a Professora Ana Paula afirmou que a redução de peso não gera redução no número de células adiposas, porém em determinando momento ela comentou que quando se mantem o peso isso pode ocorrer. Há um período de manutenção de peso que garanta a redução no número de adipócitos? Ou, mesmo que uma pessoa mantenha peso por longos anos e se exponha novamente a uma alimentação com balanço energético positivo, pode armazenar gordura da mesma forma que anteriormente?

    • Olá Suellem,

      Não há como garantir a redução de número de adipócitos. O que os estudos mostram é que o peso deve ser mantido por pelo menos 2 anos.

      Ou, mesmo que uma pessoa mantenha peso por longos anos e se exponha novamente a uma alimentação com balanço energético positivo, pode armazenar gordura da mesma forma que anteriormente?
      Sim. Sabe-se que cada pessoa possui um gasto e uma necessidade diferenciada de energia para alcançar o objetivo de emagrecimento, aumento ou simplesmente para manutenção do peso atual.
      É importante observar alguns fatores:
      · Qualidade da alimentação (e não somente a quantidade).

      · Idade e massa muscular:
      Com o passar dos anos há uma redução de tecido muscular e aumento de tecido gorduroso, fazendo com que haja uma menor necessidade de energia.
      Por isso, com o passar dos anos poderá haver acúmulo de peso, mesmo mantendo a mesma alimentação.
      Os homens têm uma necessidade maior de energia porque já nascem com maior quantidade de massa muscular.
      · Medicação para o emagrecimento:
      A utilização de medicamentos para emagrecer pode causar dependência do componente químico. Na suspensão da medicação poderá ocorrer economia de energia.
      · Ficar muito tempo em jejum.
      Ficar sem se alimentar por mais de 4 horas causa economia de energia pelo organismo e bloqueio da queima de gordura.
      · Dietas rígidas:
      Com o emagrecimento utilizando dietas restritivas, o corpo acaba se acostumando com o baixo valor calórico o que dificulta a continuidade do emagrecimento. Chamamos de “platô alimentar”.
      · Distúrbios endócrinos:
      Distúrbios na tireoide podem favorecer a diminuição do gasto de energia. Esta é uma das primeiras alternativas que as pessoas acabam buscando para explicar sua dificuldade de reduzir peso e na verdade ainda é a causa menos frequente.
      A desregulação hormonal na fase de climatério ou em mulheres com ovário policístico também podem dificultar a perda de peso.
      Att,
      Gabriela

  2. Ana, você tem alguma formula pra cálculo de gordura visceral?
    Tenho uma Bioimpedância Tetrapolar, mas o software dela não calcula os valores da gordura visceral.
    Teria como eu calcular separadamente?
    Abraço

    • Olá Dayana,

      Existe o índice de Conicidade (ICO) e a relação cintura/quadril.
      A equação do ICO leva em consideração as medidas de perímetro da cintura (PC), peso corporal, estatura e a constante de 0,109, que representa a conversão das unidades de volume e massa para as unidades de comprimento.

      Veja a fórmula no link abaixo:

      http://www.elsevier.pt/pt/revistas/revista-portuguesa-cardiologia-334/artigo/ndice-conicidade-uma-medida-antropometrica-avaliar-S0870255117301348

      Usualmente, os parâmetros antropométricos clássicos utilizados para avaliar a obesidade abdominal são a Circunferência da Cintura (CC) e a Relação Cintura-Quadril (RCQ).

      No estudo realizado com indivíduos obesos, apenas nas mulheres a CC e a RCQ apresentaram correlação forte e altamente significante à gordura visceral

      A Tomografia Computadorizada (TC) e a Imagem de Ressonância Magnética (IRM) representou um dos avanços mais importantes na história da pesquisa de composição corporal em seres humanos.
      A TC é considerada padrão-ouro para a quantificação da gordura visceral.

      A ultrassonografia e Dual Energy X-ray Absorptiometry (DEXA) também têm sido utilizadas na avaliação da gordura abdominal.

      Att,
      Gabriela

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