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0 comentários em “CO1018 – Controlar a insulina

  1. No caso papabde aveia não é recomendado uma vez que a aveia passa por alta temperatura? Qual aeria uma alternativa?

    • Olá Luciene,
      Na aula a Ana fala que a aveia é interessante, ela possui um índice glicêmico mais alto, mas possui a beta glucana que auxilia na resposta glicêmica. A sugestão que ela dá é para utilizar a aveia com o farelo de aveia, pois os 2 acabam modulando a resposta glicêmica, numa vitamina, por exemplo. No exemplo das receitas, a aveia em conjunto com o ovo pode ser uma opção válida, mesmo que passe pela cocção.

      As glucanas são polissacarídeos lineares, não ramificados, compostos por unidades de beta-glucanas, unidas por ligações (1 → 3) e (1 → 4) cuja irregularidade molecular se reflete na sua propriedade de solubilidade em água. Fazem parte das paredes celulares dos grãos,
      com concentração aumentada na camada sub-aleuroma, endosperma amiláceo e camada aleuroma. As beta-glucanas resistentes a processos digestivos, formam soluções viscosas em contato com a água e são pseudoplásticas.

      As beta-glucanas estão presentes em alta concentração na parede celular das células dos grãos de aveia (Avena sativa L.). O farelo de aveia é produzido a partir das camadas mais externas do grão de aveia (principalmente a camada aleuroma e sub-aleuroma), já a farinha, pobre neste tipo de fibra, é produzida após a moagem do flocos quando existe separação mecânica do farelo (De Sá, Francisco, Soares, 1998).

      Um trabalho de Cavallero et al. (2002) demonstra que a inclusão de 6g de beta-glucana, diminui o índice glicêmico dos alimentos na média de 4 unidades por grama de beta-glucana, o que torna esta fibra um potencial adjuvante no tratamento do diabetes.

      Em conclusão, a beta-glucana, que está presente na aveia em flocos e no farelo de aveia, quando introduzida na dieta, pode reduzir o pico glicêmico pós-prandial e pode, de forma significativa, diminuir a quantidade de LDL colesterol no plasma sanguíneo.

      Vários são os estudos para se determinar a influência da beta-glucana sobre a glicemia de portadores de diabetes mellitus, utilizando-se principalmente a aveia, a cevada ou enriquecendo alimentos com a fibra isolada. Os resultados apontam para um efeito positivo no controle da glicemia pós-prandial nas dietas contendo beta-glucana.

      Você consegue mais informações acessando o link do artigo abaixo. Veja:
      http://www.scielo.br/pdf/bjps/v45n1/03.pdf

      Att,
      Gabriela

  2. Olá!
    De que forma posso prescrever o ZIAM? Quais as formas comerciais existentes disponíveis?

    • Olá Thalita,
      Ziam é um tipo de amido resistente com os benefícios das fibras solúveis e insolúveis.
      Ele pode ser adicionada a preparações, bem como ser suplementado.
      Pode substituir até 20 % das farinhas de trigo, arroz e mandioca nas receitas.

      É indicado para tratamento de constipação intestional.

      Veja exemplo de formulação:

      FIBRAS PARA CONSTIPAÇÃO INTESTINAL
      Componentes da fórmula:
      Polidextrose – 2g
      Amido resistente, Ziam® – 3g
      Fibergrum – 3g
      PEG 4000 – 3g

      Aviar 10 doses em sachê* qsp para 10 dias.
      *Isento de açúcar, corantes, edulcorantes artificiais e lactose.

      Posologia: Consumir 1 dose quando houver constipação intestinal.

      Att,
      Gabriela

    • A insulina estimula o ppar gama?

      • Olá Luciene,

        Os receptores ativados por proliferadores de peroxissoma (PPARs) são fatores de transcrição pertencentes à família de receptores nucleares que
        regulam a homeostase da glicose, metabolismo de lipídeos e inflamação.

        Três proteínas, codificadas por genes distintos, têm sido identificadas:
        PPARα, PPARβ e PPARγ, que controlam a expressão gênica pela ligação a elementos responsivos específicos (PPREs) localizados na região promotora.

        Há evidências da ligação do PPARγ com a ação da insulina, em humanos.

        Foram identificadas, até o momento, sete mutações pontuais, com fenótipo associado à obesidade (27,28), insulino-resistência, diabetes e hipertensão(29), lipodistrofia parcial e doença arterial coronariana (30-32) e aumento dos níveis de leptina no plasma em associação com obesidade.

        27. Beamer BA, Yen CJ, Andersen RE, Muller D, Elahi D, Cheskin LJ, et al. Association of the Pro12Ala variant in the Peroxisome
        Proliferator-Activated Receptor-γ2 gene with obesity in two Caucasian populations. Diabetes 1998;47:1806-8.

        28. Ristow M, Muller DW, Pfeiffer A, Krone W, Kahn CR. Obesity associated with a mutation in a genetic regulator of adipocyte differentiation. N Engl J Med 1998;339:953-9.

        29. Barroso I, Gurnell M, Crowley VEF, Agostini M, Schwabel JW, Soos, MA, et al. Dominant negative mutations in human PPARγ associated with severe insulin resistance, diabetes mellitus and hypertension. Nature 1999;402:880-3.

        30. Wang XL, Oosterhof J, Duarte N. Peroxisome proliferatorsactivated receptor γ C161-T polymorphism and coronary artery disease. Cardiovasc Res 1999;44:588-94.

        32. Agarwal AK, Garg A. A novel heterozygous mutation in peroxisome proliferators-activated receptor-γ gene in a patient with familial partial lipodystrophy. J Clin Endocrinol Metab 2002;87:408-11.

        Att,
        Gabriela

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