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8 comentários em “CO1018 – Perfil genético, adoçantes e lipídeos

  1. Olá, quais seriam outras sugestões de estar utilizando o TCM ou oleo de coco no pre-treino? obrigada

  2. Olá, bom dia
    E quando o perfil genético da minha paciente apresenta uma metabolização ótima em relação aos carboidratos e média em relação aos lipídeos e proteínas?
    O exame ainda trouxe a sugestão de distribuição de 55% de CHO de 20 a 24% de PTN e de 22 a 26% de Lipídeos.
    Seria indicado seguir as estratégias, porém levar em consideração esse resultado deixando o carboidrato em torno de 45%???

  3. O oleo de canola recentemente foi julgado como ruim. Existe algum embasamento cientifico que comprove sua eficácia? Pacientes questionam por não ser óleo “natural”.

    • Oi Bruna,

      O malefício está relacionado com o modo de cuttivo da planta.

      Veja:

      A canola cultivada no mundo é geneticamente alterada a fim de que consiga sobreviver ao plantio realizado com o uso de pesticidas nocivos tanto à planta quanto aos seres humanos. E esses agrotóxicos ficam armazenados justamente nos lipídeos da planta, ou seja, em seu óleo, que consumimos. Durante o processamento e refinamento, os óleos poli-insaturados dos quais são formados se deformam com a luz, com o calor e com a pressão. Desse modo, oxidam-se, aumentando os radicais livres em nosso organismo, o que causa o seu envelhecimento precoce.Tal processo gera óleos altamente inflamatórios, fazendo com que contribuam para o aumento de doenças degenerativas, do coração e ainda facilitem o ganho de peso.

      Att,
      Gabriela

  4. Boa noite. Nos slides mostrou 2 exemplos de analise genetica, li o post anterior mas fiquei com duvida. Onde e como o paciente consegue realizar este teste que mostrou conforme o resultado colocado no slide? Mesmo que nós nutricionistas não podemos realizar o teste, mas indicar para que possamos ter este perfil em mãos.

  5. Boa tarde,
    Como avaliar a resposta genética dos pacientes, referente a metabolização dos nutrientes? Só acompanhando o tratamento ou tem outro método?

    • Olá Aline,

      Através dos testes genéticos e exames bioquímicos, além da avaliação de sinais e sintomas.

      Sob a mesma intervenção nutricional, cada indivíduo poderá exibir respostas biológicas distintas, um dos desafios mais intrigantes da
      Nutrição é definir qual padrão alimentar melhor se adapta às necessidades individuais, que são influenciadas pelo perfil genotípico.

      Os testes genéticos estão cada vez mais presentes e acessíveis, e já comercializados no Brasil, deve ser ressaltado que apesar do primeiro rascunho do genoma humano ter sido anunciado em 2001, ainda não se conhece exatamente a função de todos os genes, nem tampouco a relação completa entre genes e doenças específicas. Portanto, atualmente, o principal enfoque dos testes genéticos
      relacionados à Nutrição, é a análise de polimorfismos de nucleotídeo único (SNP – do inglês Single Nucleotide Polymorphisms) que poderiam direcionar para as necessidades nutricionais individuais, a fim de reduzir o risco do surgimento de doenças crônicas não transmissíveis.

      Testes de Nutrigenética são preditivos e não diagnósticos, não devem substituir outros exames e avaliações necessários ao tratamento e devem ser utilizados apenas como ferramenta adicional à prescrição nutricional;

      Segundo Parecer Técnico CRN-3 Nº 09/2015:
      O Nutricionista deve pautar sua atuação no Código de Ética (Resolução CFN nº 334/2004, alterada pela Resolução CFN nº 541/2014) e estar capacitado a interpretar os testes de Nutrigenética e a orientar adequadamente seus clientes;

      É extremamente importante ressaltar que a interpretação equivocada dos testes de Nutrigenética pode causar prejuízos ao cliente;

      A recomendação de suplementos baseada em testes de Nutrigenética não possuem evidências científicas suficientes até o momento, devendo o nutricionista enfatizar ao paciente a importância do consumo dos alimentos;

      Os Nutricionistas deverão estar capacitados/especializados para solicitar e interpretar corretamente tais testes, bem como para aplicá-los da forma mais adequada e racional em sua rotina de atendimento.

      Att,
      Gabriela

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